Archive for the ‘Uncategorized’ Category

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Asas para o título

14/12/2009

Como não é só de Flamengo que vive esse blog, é bacana trazer essa notícia futebolística que é no mínimo inusitada.

Como de costume, a Red Bull investe pesado em esportes já não é de hoje, e depois de botar alguns times pra jogar por diversos países no mundo, trouxe para cá o Red Bull Brasil, time de futebol brasileiro da marca de energéticos.

O Red Bull Brasil já está jogando por aqui há dois anos, e agora nesse fim do ano, acaba de consquistar a segunda divisão do campeonato paulista. Pra quem não sabe: o campeonato Paulista é dividido em 4 partes, serie A1, A2, A3 e Segunda Divisão. Com o título, o time passa a disputar a série A-3. Se continuar neste ritmo, o time liderado por Jair Picerni chega ao Paulistão em 2011. Já imaginou a Mayra comentando Corinthians x Red Bull ou o Diego falando de São Paulo x Red Bull? Realmente curioso.

Em tempo, o campeonato Brasileiro Série D elege os melhores times de cada estado que já não estejam nas series A, B e C. Ou seja, se em 2012 o Red Bull mandar bem no Paulistão, entra de vez na disputa do Campeonato Brasileiro, galgando as séries até chegar à primeira divisão do Brasileirão.

O Flamengo te aguarda Red Bull Brasil!

Foto: João Pires/ Red Bull Photofiles
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Com a palavra, Ricardo Teixeira

08/12/2009

“(…) Já temos mulheres concorrendo à presidência, mulher presidente de país vizinho nosso, então, por que não? Boa sorte à Patrícia, e que ela traga o hepta – comentou, bem-humorado.”

Ricardo Teixeira, presidente da CBF – a mesma entidade que sequer reconhece o Flamengo como Hexa.

Fonte: Globoesporte.com
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Coluna do Carlinhos

08/12/2009

Brasileirão em Rapidinhas

Flamengo – Justo campeão. Patinava e arrancou quando finalmente resolveu usar o Andrade para alguma coisa. Pet e Adriano fecharam em um time com boa base defensiva. Modelo de gestão ancorado no passado. Usou a força da mística para chegar ao final assustando os rivais ao título.

Internacional – Navegou em velocidade de cruzeiro, sempre considerado favorito, beliscou uma 2ª colocação. Tropeçou em casa na hora H. Vamos ver se arruma um técnico decente para o ano.

São Paulo – Clube robô. Técnico robô. Time robô. Gandulas robôs. Lá está tudo automatizado para ganhar, mas futebol se decide também no coração. Falta emoção no Morumbi.

Cruzeiro – O questionado Adilson Batista conseguiu manter as rédeas mesmo nos momentos mais difíceis e foi recompensado com mais uma Libertadores. Fez um excelente segundo turno. Esperava-se um pouco mais, mas até que deu para o gasto.

Palmeiras – O papelão do campeonato. Voava com o treinador interino Jorginho. Se tivesse utilizado sua opção caseira, como o Flamengo, seria hoje o campeão. Perdeu-se em conflitos internos, cornetagem e a importação do modelo robô do São Paulo, via Muricy. Não deu certo.

Avaí – Não sei explicar isso. O time é ruim demais. O Silas tirou leite de pedra.

Atlético-MG – Nunca me enganou. Celso Roth também. Estou com 41 anos e nunca vi o Atlético ganhar nada. Próximo!

Grêmio –  Francamente. Depois de uma invencibilidade caseira recorde e uma inapetência total como visitante, vimos a diretoria promover o papelão da escalação na rodada final. Apesar do esforço dos que foram a campo, o Grêmio e sua torcida perderam um pouco da mística.

Goiás – Time irritante, inclusive para a própria torcida. Hélio dos Anjos faz parte da vanguarda do atraso. Ganha aqui e acolá, mas na hora do vamos ver…

Corinthians – Alguém aí viu o Corinthians depois de junho? Alguém? A torcida espera que o time volte para a Libertadores, porque sumiu todo mundo. 6 meses de férias é demais…

Barueri – Esforço recompensado com a permanência na primeirona. Precisa de reforços e de uma torcida.

Santos – Luxemburgo vai conseguindo desfazer a sua mística de vencedor. Seus últimos trabalhos não vem dando resultado e a mediocridade do Santos era patente. Bem ruinzinho.

Vitória – Até que se acertou em determinados momentos. Sabe jogar em casa. Mas não dava para esperar muito mesmo.

Atlético-PR – Se segurou ali atrás o campeonato inteiro. Insiste ainda com o atrasado Antônio Lopes. Contou apenas com a lucidez do Paulo Baier. Muito pouco.

Botafogo – Passou o ano inteiro implorando para ser rebaixado. Time e torcida sem-vergonhas. Mas no final ganhou jogos importantes contra times grandes e líderes. Se safou por seus próprios méritos.

Fluminense – Do inferno ao céu. Esquizofrenia total. De um time frágil e horroroso para uma arrancada fulminante jogando o melhor futebol do campeonato. Fred e Conca estraçalharam e a torcida mostrou ao mundo como se faz. Tem que planejar muito melhor, porque 2 anos fugindo de rebaixamento já deu.

Coritiba – Vexame total. Horroroso. Apostou no técnico que é a ponta de lança da vanguarda do atraso. Retranqueiro e botineiro. Torcida lamentável. Tudo de ruim. Caiu merecidamente e pode ficar por lá. Tchau!

Santo André – Muita areia para o caminhão. Lutou mas não deu. Fica para uma outra oportunidade, quem sabe.

Náutico – Futebol ruim e limitado. Em momento algum inspirou confiança. Seu acanhado estádio e a truculência com que os visitantes são tratados não farão falta.

Sport – Horroroso, horroroso, horroroso. Depois da Libertadores, o Nelsinho Batista foi embora de deixou a caveira de burro enterrada lá. Ainda não foi encontrada. Enquantro cavam para procurar, deviam aproveitar e trocar o péssimo gramado.

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Hexacampeão

06/12/2009

Foto: Globoesporte.com
Voltamos após as festas...
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Coluna do Carlinhos

04/12/2009

A inveja é uma m…

Pois é, o Fluminense e sua torcida vão trilhando seu caminho heróico, dando exemplo para todos os clubes do mundo de como se deve encarar o futebol, com festa, sem rancores bairristas, sem se preocupar com outros clubes ou torcidas. Eles que vivam suas batalhas, porque nada temos com isso. Já os rivais, em sua pequenez extrema, não conseguem parar de pensar no Fluminense…

No caso do Adriano e do Leo Moura então, nem se fala. Não dá para dizer que são profissionais. Alimentar esse tipo de rivalidade, ao meu ver, é coisa de jogador de várzea, de timinho que não está nem aí para a violência das torcidas e nem pensa em respeitar colegas profissionais. O Leo Moura inclusive foi muito bem tratado no Fluminense, onde foi campeão carioca. Mas o título do post já diz tudo.

Update: Todos aqui já sabem da minha implicância com a “grande” imprensa. Hoje a foto do Adriano assinando a bandeira está na capa de jornais nas bancas. O que pretende um editor de jornal que escolhe uma foto dessas? Mostrar o rancor entre torcidas? Incentivar a violência nos estádios? Porque não colocar algo relativo à decisão de domingo e esquecer o Fluminense? São uns seres mesquinhos, irresponsáveis e que pensam pequeno, muito pequeno. 

crédito: Globoesporte.com

 

crédito: Globoesporte.com

 

crédito: Kibeloco.com

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Coluna do Carlinhos

27/11/2009

Amor ao Tricolor

Nas peladas, eu sempre preferi jogar pelo time mais fraco. Me dava motivação para jogar com mais vontade, mais intensidade. Para que o sabor da vitória fosse ainda mais gostoso. Detesto ser o favorito.

Não foi isso que me levou a torcer pelo Flu, mas as façanhas dos “timinhos” tricolores, com seu jogo solidário e de muita garra, foram me encantando com o passar dos anos. Quanto maior o desafio, mais fundo cala o sentimento de ser tricolor. E a torcida, ah… ainda mais depois de 2006, quando houve uma nítida mudança de comportamento, fielmente retratado na calorosa recepção ao time ontem à noite no aeroporto Tom Jobim. Os amigos foram, eu não pude. Só de ver o vídeo me emocionei.

Comentário de um que esteve ontem lá, que eu subscrevo inteiramente: “Quando fui ao banheiro, um desavisado comentou com outro: ‘Porra, imagina se tivessem ganho’. Eu respondi que, se tivesse ganho, eu não estaria ali. É difícil um terceiro entender esssa paixão que vem de dentro, este sentimento verde branco e grená”.

Não quero os jogos fáceis. Apesar de simpático, não quero jogar contra o Olaria. Quero jogar contra São Paulo, Flamengo, Cruzeiro… porque o lugar do Fluminense é entre os grandes, sempre calçando as sandálias da humildade. Deixemos o oba-oba e a falação desmedida para outro endereço, vizinho ao Jockey.

Sobre o jogo de Quito, pouca coisa. Só vi heróis com a camisa tricolor, com as pernas arqueadas e fraquejantes, os pulmões sôfregos tentando puxar o oxigênio para dentro. Como disse o Professor Turíbio Leite de Barros, um dos maiores nomes da fisiologia do esporte: “Jogar na altitude de Quito é DESLEAL”. Francamente? Se eu sou jogador da LDU, teria vergonha de comemorar efusivamente. Por bater no mais fraco? No desabilitado? Como se a altitude não existisse ou influenciasse? A altitude é um doping “reverso”, que desabilita os adversários. Contra um bom time como esse da LDU é quase covardia. Mas, regras aceitas, jogo jogado.

Quarta-feira vou lá para aplaudir um dos mais corajosos times tricolores em todos os tempos. Não importa se daqui a um mês ele não existir mais. Não importa se a maldita LDU levantar o caneco. Não importa se o Flu cair. Ganhar um título é um mero detalhe quando o Fluminense entra em campo. Eu tenho orgulho deste time, na vitória ou na derrota.

Domingo é a nossa vida e na quarta vou com vontade redobrada, para fazer história.

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26/11/2009