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Coluna do Carlinhos

04/12/2009

A inveja é uma m…

Pois é, o Fluminense e sua torcida vão trilhando seu caminho heróico, dando exemplo para todos os clubes do mundo de como se deve encarar o futebol, com festa, sem rancores bairristas, sem se preocupar com outros clubes ou torcidas. Eles que vivam suas batalhas, porque nada temos com isso. Já os rivais, em sua pequenez extrema, não conseguem parar de pensar no Fluminense…

No caso do Adriano e do Leo Moura então, nem se fala. Não dá para dizer que são profissionais. Alimentar esse tipo de rivalidade, ao meu ver, é coisa de jogador de várzea, de timinho que não está nem aí para a violência das torcidas e nem pensa em respeitar colegas profissionais. O Leo Moura inclusive foi muito bem tratado no Fluminense, onde foi campeão carioca. Mas o título do post já diz tudo.

Update: Todos aqui já sabem da minha implicância com a “grande” imprensa. Hoje a foto do Adriano assinando a bandeira está na capa de jornais nas bancas. O que pretende um editor de jornal que escolhe uma foto dessas? Mostrar o rancor entre torcidas? Incentivar a violência nos estádios? Porque não colocar algo relativo à decisão de domingo e esquecer o Fluminense? São uns seres mesquinhos, irresponsáveis e que pensam pequeno, muito pequeno. 

crédito: Globoesporte.com

 

crédito: Globoesporte.com

 

crédito: Kibeloco.com

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3 comentários

  1. Carlinhos, assim como você, sou um enorme fã do bom futebol e isto para mim também está muito acima da rivalidade regional dos clubes. Desta maneira, mesmo flamenguista, torcí a favor do tricolor nesta inesquecível final e torço para que se mantenha na elite do brasileiro. É difícil acreditar que algum fã do esporte que esteja assistindo aos jogos consiga torcer contra.

    Mas existem estes torcedores, que têm mais ódio aos adversários que amor ao próprio clube, e que são fãs dos escudos e não do esporte. São flamenguistas, cruzeirenses, vascaínos, tricolores de todos os estados, etc. Pelo que vejo, são absoluta maioria. Inclusive profissionais. Obviamente isto não se limita aos atletas citados e o próprio Fluminense ocasionalmente tem peças dessas no elenco. Sua torcida está exemplar, mas muitos continuam olhando demais para outros times.

    Mas para amenizar sua raiva (*rs), saiba que eu e outros não tricolores também nos arrepiamos ao ver a recepção que a torcida deu ao seu time desembarcando no Galeão após os 5×1 no Equador.


  2. Valeu Rominho. Quase fui ao aeroporto e tenho raiva de não ter ido…

    A questão dos torcedores nem me incomoda tanto. Claro que o sujeito tem todo o direito de ser um babaca e levar a bandeira da LDU para o Adriano assinar. O duro é o cara assinar sabendo que tem uma câmera do lado. Mas pior, pior mesmo é um editor de jornal que estampa isso na primeira página. Que tipo de situação um sujeito destes alimenta? Bota lá uma foto do Adriano arrebentando no treino!

    E poucas vezes vi uma convivência tão tranquila entre torcedores do Flu e do Fla. Não foi nem uma ou duas vezes que flamenguistas completamente desconhecidos vieram me cumprimentar na rua por estar com a camisa do Fluminense. Já fui adolescente (na época do Zico) e torcia muito contra o Fla. Mas nunca, nunca, nunca iria vestir a camisa do Vasco, Peñarol ou do Grêmio para patrocinar uma chacota.

    Nesse quesito, a toricda do Flu é ímpar. Eu, pelo menos, nunca vi tricolor sequer ameaçar se juntar a outra torcida ou vestir outra camisa como a Fla-Madrid, Fla-Boca e Fla-LDU. Sei que isso faz parte da realidade do torcedor mas fico orgulhoso com o comportamento tricolor de só torcer pelo Flu.


  3. Outra coisa que tem me deixado feliz é a ressureição da torcida do Vasco no Maracanã (que eles haviam abandonado) e as festas de Fla e Flu, cada uma querendo superar a outra, saudavelmente. Já a do Botinha, destoa…

    Exemplos para o resto do Brasil, especialmente SP, que precisa realmente rever seus conceitos de como torcer (vide Episódio Wagner Love).



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