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13/08/2009

tarja

Sem querer plagiar uma das minhas maiores referências no mundo futebolístico rubro-negro, Arthur Muhlenberg, não podia deixar de dedicar minha coluna para o assunto que há muito já vem me aborrecendo, me irritando, me deixando p**: o efeito seleção brasileira no Flamengo.

Todo mundo sabe que nos tempos áureos de 1981, o Flamengo contava com um time de peso e praticamente modelava a seu gosto a escalação da seleção brasileira, com jogadores rubro-negros em tudo quanto era posição.

A verdade é que há muito tempo, e mesmo depois que o Dunga se convenceu que tem jogador residente em terras verde-amarelas com talento suficiente para ser convocado, que o Flamengo não figura as escalações de técnico algum. Talvez não tenha nem gandula flamenguista. Mas isso não é ruim. Isso é ótimo.

“Repito mais uma vez o que sempre respondo quando questionado: A Seleção Brasileira é Prejudicial ao Flamengo.” – Arthur Muhlenberg

Quem será que conseguiria explicar o efeito seleção brasileira, que só tem prejudicado os jogadores? Depois que Léo Moura e Juan, considerados até por comentarista mal-humorado os melhores laterais do Brasil, estiveram presentes nas peladas da seleção, nunca mais impressionaram ninguém. Nunca mais parece forte, mas me fala uma vez que você viu o Léo Moura impressionar depois disso? Ah, sem contar ele xingando a torcida.

E pra quem está achando que é dor de cotovelo rubro-negro, dá uma espiadinha no Ramires. O cara causou na seleção, correu sessenta e muitos metros sozinho com uma bola, fez gol, mas quando voltou a Cruzeiro, game over.

Se não bastasse, num joguinho de Winning Eleven (onde só lá é possível cogitar o jogo Brasil x Estônia), perdemos o único cara que ainda sabia o que estava fazendo no meio campo rubro-negro. Kleberson entrou em campo e não demorou muito para um infeliz estoniano achar que estava disputando o campeonato europeu setentrional e desintegrar o que ainda restava do ombro de nosso tetracampeão.

“Caso o Kleberson seja operado, o tempo de recuperação é em torno de 10 a 15 semanas” – José Luiz Runco

Não que Kleberson fosse a salvação do time. Do jeito que está, até a artilharia isolada do Adriano é suspeita. Nada no Flamengo são flores. Mas não precisava piorar.

Nunca fiquei decepcionado por ver jogador rubro-negro longe da Granja Viana, aos cuidados da seleção. É como se diz, a nação rubro-negra fala por si, já é um país inteiro. O manto vermelho e preto vale tanto quanto a amarelinha. Talvez mais. Porque o Flamengo a gente acompanha a vida todo, o tempo todo. A seleção só empolga 1 vez a cada 4 anos.

Fellipe dos Santos, o Phill escreve sua coluna semanal para o Flanews e torce para que a Estônia afunde no Oceano Atlântico.

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4 comentários

  1. Uma fatalidade. Urucubaca? Penso que não. Deslumbramento? Provável.

    Mais danoso ao CRF é o tal do Marcos Braz anunciar a contratação do tal Lima e hoje ver tudo desmentido. Precisa se juntar ao Alexandre Faria (ex-Flu), tomar um banho de querosene e se imolar em chamas. E a gente pode jogar um parmesão em cima. Gratinado.


  2. exageraaaaaaaaaado! mais que o Brasil? depois são paulino que é exagerado…..


  3. A questão não é ser maior do que o Brasil.
    Eu, admito, estou CAGANDO pra seleção da CBF. Na Copa, se bobear, torço pra Holanda. Meu time é FLAMENGO, se jogar contra o Brasil, torçerei feito um louco pelo meu time.

    Sem falar que esse BRASIL de hoje, ta longe de ser o Brasil com identidade de outros tempos.


  4. Meu primeiro time é o Fluminense. Essa seleção é o meu quinto time.



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