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Primeira batalha vencida

25/10/2008

Começo este texto incentivando todos os vascaínos: vamos acreditar. A vitória de quarta-feira diante do Goiás no Serra Dourada não nos tirou da zona de rebaixamento, mas mostrou que é possível, sim, sair da situação em que nos encontramos. Se não temos a técnica nem a qualidade que gostaríamos, ao menos vimos um time que, jogando com vontade e garra, pode nos levar às vitórias que precisamos nessa reta final.

Assim como no jogo do último domingo, o Vasco jogou melhor que seu adversário, mas desta vez saiu merecidamente com os 3 pontos. E teve ainda um Edmundo que a torcida não via há muito tempo, talvez em uma de suas melhores partidas desde que retornou à Colina. Teve técnica, espírito de luta, liderança e muita competência tanto para marcar o primeiro gol, num rebote do goleiro do time goiano, quanto para converter o pênalti que selou a vitória vascaína. Edmundo foi aquele jogador que o time de jovens do Vasco precisa que ele seja. Se dosar suas energias, como fez para esta partida ficando dois jogos de fora, o Animal pode ainda voltar a ter ótimas atuações.

O mais importante deste jogo, além das boas exibições de jogadores essenciais para o time, como Edmundo e Alex Teixeira (que finalmente deixou de lado o seu costumeiro cai-cai, para jogar com velocidade e objetividade), foi ver que o Vasco soube se recuperar dentro da partida depois de sofrer o empate. Sei que depois do segundo gol goiano, muitos torcedores pensaram que veríamos novamente os 3 pontos escaparem, mas o tempo para o desânimo foi curto. O terceiro gol logo veio, e a partir daí o Vasco dominou um assustado Goiás, que provavelmente não imaginava que o time carioca fosse demonstrar tanta vontade. O quarto, de pênalti, serviu apenas para confirmar a vitória.

Não sei se vale a pena destacar negativamente alguma atuação, pois a maior parte do time esteve bem, inclusive o técnico Renato, a quem podemos atribuir esse novo gás no ânimo dos jogadores. E nada além disso. Os problemas na defesa continuam, ainda que, nesta partida, ela tenha comprometido menos. Fernando esteve bem, e terminou a partida tendo cometido apenas uma falta, e, para a nossa sorte, desta vez Jorge Luis não fez nenhuma grande lambança, o que já é uma vantagem.

O próximo jogo será contra o também ameaçado Atlético Paranaense, em São Januário. Não podemos nem pensar no empate, pois qualquer tropeço, agora, será definitivo para selar nosso destino. Se mantivermos até o final do campeonato a mesma disposição que demonstramos nas últimas 3 partidas, com um Edmundo cheio de gás e Leandro Amaral de volta ao time, a recuperação não será impossível. E agora, com a sorte voltando para o nosso lado, posso acreditar que dependemos unicamente de nossa grandeza e força.

Carol Vaz é diretora de arte, carioca e uma torcedora apaixonada pelo Clube de São Januário. Escreve sobre o Vasco da Gama no FLANEWS a convite da Administração.

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2 comentários

  1. E uma ardua tarefa, sao sete batalhas para os guerreiros de sao januca, sera que o Dinamite testemunhara a implosao plantada pelo Eurico? Boa sorte pra voces nessa guerra.


  2. Eurico Miranda…
    Tentando se esconder de suas trapalhadas e faucatruas qd era mandatári do vasco, dá uma de preocupado com o vasco…
    Vai procurar o que fazer seu desocupado!!!!!!



Comentários encerrados.

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